Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos, foi encontrada morta dentro de sua casa em Registro, no Vale do Ribeira, São Paulo. O suspeito, um vizinho de 21 anos, confessou o crime na noite de terça-feira (25) após ser confrontado pela polícia. Segundo o delegado Marcelo de Freitas, ele admitiu que agiu sozinho e afirmou que tinha um “relacionamento” com a vítima, que não correspondia ao seu interesse.
A investigação apontou que Aline foi morta por asfixia mecânica. O suspeito havia sido ouvido anteriormente, mas mentiu em seu depoimento. Somente após novas evidências, ele confessou detalhadamente o crime. Ele teria ejaculado próximo a vítima, no entanto, laudos periciais ainda devem confirmar se houve violência sexual.
Amigos e familiares decidiram procurá-la depois de não conseguirem contato. O irmão da vítima a encontrou nua, com um vestido enrolado na cintura, após pular o muro da casa onde ela morava, no bairro Jardim São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, seu estado sugeria a possibilidade de uma “conjunção carnal não autorizada”, indicando um possível estupro.
Familiares demonstraram luto nas redes sociais, e o vereador Jefferson Pecori Viana (PT) se manifestou sobre o caso, classificando o crime como um “brutal assassinato”.