Depois, as câmeras do bar registram a saída de ambos, às 23h41.
Contradições
De acordo com o delegado Pablo Aguiar, autor e vítima eram conhecidos e já tinham saído juntos, na companhia de outros familiares da vítima. “Ele foi preso em razão de diversas contradições apresentadas. Foi a primeira vez que eles saíram juntos sozinhos”, disse.
O pedreiro contou ter ido com a vítima para um parque de diversões. Ele relatou que deixou Viviane com um casal e um rapaz. Porém, testemunhas afirmaram que apenas o homem e Viviane estavam no parque e não havia mais ninguém com eles.
“O celular da vítima foi localizado nas proximidades do córrego. A única digital no aparelho era desse suspeito. Ele pegou o celular da jovem e arremessou na mata. Diante das contradições, foi autuado por homicídio qualificado”, completou o delegado.
Entenda o caso
Familiares e amigos próximos da vítima ficaram quase 24h sem notícias da jovem antes da confirmação do assassinato. Segundo parentes, a última informação que tiveram da jovem era de que ela tinha saído de casa às 21h de quarta-feira (1) para um bar na companhia de um colega. Depois, não conseguiram mais contato.
A cunhada da vítima, Vallérya Alves, 22, chegou a publicar nas redes socais que a jovem estava desaparecida. Em postagem, a mulher pediu para que quem tivesse notícias sobre Viviane entrasse em contato.
“Ficamos muito desesperados, e procuramos por todo canto. Só sabíamos que ela tinha saído com um colega. Depois, ele foi embora, e ela ficou com outros dois homens em uma praça. Só fomos saber dela na quinta-feira, às 18h, e a notícia era de que já estava morta”, lamenta Vallérya.
Segundo a PCDF, duas jovens encontraram o corpo e avisaram o ocorrido a um homem que procurou pela ajuda de um policial militar. A jovem foi enterrada neste sábado (4/6), no Cemitério Campo da Esperança de Taguatinga.