Um professor da cidade de Pariconha foi indiciado após uma mãe denunciar à Delegacia Distrital de Água Branca que ele estaria enviando vídeos e fotos de cunho sexual para seu filho de apenas nove anos. A identidade do suspeito, de cerca de 50 anos, não foi divulgada.
Denúncia e investigação
O caso veio à tona quando a mãe do estudante compareceu à delegacia, oferecendo prints de mensagens que serviriam como provas para a denúncia. A polícia analisou as informações, incluindo-as no inquérito. O estudante foi assistido por especialistas em casos de abuso e exploração sexual na ‘Sala Lilás’, localizada no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Delmiro Gouveia, onde também recebeu acompanhamento psicológico.
Ademir Oliveira, chefe de operações, explicou que o caso é enquadrado no artigo 241-D, que tipifica o ato de “Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso”. A pena prevista é de reclusão de um a três anos e multa. “Os vídeos eram de internet, bastante agressivos para uma criança”, disse Oliveira.
O professor acusado, por outro lado, negou as alegações. Conforme informações da reportagem do Sertão 142, ele apresentou diferentes versões dos fatos, chegando a afirmar que outra pessoa poderia ter se apoderado de seu celular e enviado as imagens ao estudante.
Próximos passos
Após a conclusão do inquérito pelo delegado Rodrigo Rocha Cavalcanti, o caso foi encaminhado ao Ministério Público na última quinta-feira (18), onde aguarda análise do judiciário. Caso o Ministério Público decida pela denúncia, os autos serão examinados por um magistrado.
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