São José do Jacuípe está no centro de uma polêmica! O prefeito Aberlan Peris, do PP, e seu vice, Tonho de Nonó, também do PP, estão sendo investigados pela Justiça Eleitoral. A acusação? Abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.
Quem acionou a Justiça foram os opositores Robson e Buinho, com o apoio do advogado Daniel Novaes de Araújo. Eles alegam que o prefeito Peris Cunha, que buscava a reeleição, teria feito um número gigante de nomeações para garantir votos. Será que é isso mesmo?
De acordo com a denúncia, foram mais de 463 servidores comissionados nomeados ao longo de 2024. E pasmem: esse número seria maior que o total de servidores efetivos da cidade! O advogado dos acusadores questiona se essas contratações seguiram critérios técnicos ou se o objetivo era mesmo garantir apoio político.
“Pedimos que a prefeitura mostrasse a lista de todos os contratados e provasse que eles estavam trabalhando de verdade”, explicou o advogado. “Queríamos ver as frequências, os locais de trabalho, os contracheques. A maioria foi parar na educação”, completou.
Mas não para por aí! A ação também fala sobre o uso de uma empresa terceirizada para empregar pessoas em troca de votos e até distribuição secreta de combustível. Se isso for verdade, configura abuso econômico, e a coisa pode ficar bem feia para o prefeito e o vice.
O advogado ainda citou um exemplo curioso: “Nomearam uns 40 ‘Auxiliares de TI’, mas o município não tem essa quantidade toda de computadores! Virou um cabide de emprego sem tamanho”.
E agora, qual será o futuro de São José do Jacuípe? Se a Justiça Eleitoral entender que houve mesmo abuso, o mandato de Aberlan Peris e Tonho de Nonó pode ser cassado. Além disso, os votos da chapa seriam anulados, e novas eleições seriam convocadas.